Câncer de pele. Você ou alguém muito próximo poderá ter

08/01/2018
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Quem nunca utilizou o filtro solar apenas quando o sol estava bem forte? A maioria das pessoas esquecem que esse cosmético é item essencial. Prova disso, é que a cada ano cresce o número de casos de Câncer de Pele - de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estatísticas de 2017, no Brasil são diagnosticados 180 mil novos casos e 3,4 mil pacientes morrem por conta desta doença.

O câncer de pele surge a partir de um crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. O principal fator promotor da doença é a radiação solar com as radiações UVA e UVB. São responsáveis por mais de 30% de todos os tumores malignos do corpo humano. Podem haver vários tipos diferentes de tumores de pele e eles são divididos em melanomas e não melanomas.  

"Os melanomas são os mais agressivos devido sua capacidade aumentada de causar metástases (novos focos de câncer distante do tumor inicial). Respondem por 3% dos casos de tumores malignos e apresentam incidência de 5,7 mil novos casos por ano levando em média 1.600 pessoas à morte”, explica o cirurgião plástico, Janes Depizzol.

Diagnóstico
O diagnóstico do câncer de pele deve ser realizado por médico capacitado baseado no relato do paciente na observação clínica e dermatoscopia e confirmado através de biópsia ou ressecção da lesão e realização de exame histopatológico.

Tratamento
O tratamento do câncer de pele consiste na sua maioria em uma cirurgia para ressecção do tumor podendo também haver outras terapias alternativas dependendo de cada caso.

A grande maioria dos tumores de pele tem alto índice de cura desde que adequadamente tratando-se por médicos especializados. “É importante entender que quanto mais precoce for o diagnóstico melhor melhor as chances de cura e menor o dano resultante do tratamento visto que em grandes tumores são
necessárias extensas ressecções de pele que podem levar a deformidades da região envolvida”, avalia Depizzol.

Prevenção
Portanto, como forma de prevenção, é preciso usar diariamente o protetor solar, evitar o sol das 10 às 16h e avaliar a pele com o médico especialista sempre que surgir alguma lesão suspeita.
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